Mano Black - Vem que Black faz
Ateliês

Mano Black

Mano Black - Vem que Black faz

Rua Japurá

Alto José do Pinho, Recife

Manoel José da Silva nasceu em 1966 no Alto José do Pinho. Sim, zona norte recifense, território já muito familiar por aqui no Ebu Lùlù. Manoel José é Mano Black, luthier percussivo, que completou este ano sessentinha. No Alto conviveu com Maracatus, Gafieiras, Caboclinhos, Cocos, Escolas de Samba, Pastoris e outros movimentos culturais, desde criança. Nos carnavais construía seus “bombinhos”, tambores pequenininhos feitos com latas de leite. Nesta engenharia, comumente se cobre a lata com qualquer tipo de plástico bem grosso e se usa tiras de câmara de ar de pneus para o arremate. E tá feito o “atabaque”! Os bombinhos serviam para musicalizar a La Ursa que participava. Com 16 anos já montava seus instrumentos de percussão e atendia demandas. Era mecânico e marceneiro e o maquinário para produção dos instrumentos era ele próprio. Sozinho. Lembra bem das mãos encaliçadas, como ele mesmo diz, “uma lixa”. Depois de tocar com vários grupos, em 1995 firmou com o Sambstar, contando 31 anos de relação. Com o grupo vem fazendo parcerias com Zeca Pagodinho, Roberto Menescal, Grupo Revelação, Tony Garrido, Raça Negra e outros. Com o Sambstar fez shows em países como África do Sul, Cabo Verde, Espanha e Portugal, além de várias cidades do Brasil. Mano Black produz um arsenal percussivo variado. É conhecido por acatar ideias de clientes e desenvolver novos projetos de instrumentos, que também podem envolver estantes desmontáveis e capas para vários tipos de percussão. O Ateliê de Mano Black fica no Alto José do Pinho, Recife, lugar de referência para quem sabe das ações culturais que se amplificam a partir dali.

Mano Black - Vem que Black faz - foto principal

Conheça o ateliê

Conheça os instrumentos